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Alcolumbre indica que votação de Jorge Messias no STF fica para 2026, Senado prioriza Orçamento e debate PEC que limita decisões monocráticas

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizou adiar a votação de Jorge Messias no STF para 2026, ao reforçar que a prioridade imediata do Congresso é o Orçamento no encerramento do ano legislativo.

Questionado se a indicação só seria pautada no ano que vem, ele primeiro manteve silêncio, em seguida reiterou a prioridade orçamentária com a frase, “Este ano só Orçamento”, indicando um cronograma sem mudanças.

As falas ocorreram em conversa com a imprensa no Senado, em meio ao impasse sobre a indicação ao Supremo Tribunal Federal, conforme relataram jornalistas no Congresso.

Sabatina adiada e cronograma travado

A sabatina de Jorge Messias estava marcada para 10 de dezembro, porém foi adiada pela falta da mensagem formal da indicação, o que contrariou Alcolumbre e paralisou a definição do calendário no fim do ano.

Com esse cenário, a votação de Jorge Messias no STF tende a migrar para 2026, reduzindo espaço para articulações e postergando decisões na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário do Senado.

CCJ e posição de Otto Alencar

O presidente da CCJ, Otto Alencar , afirmou que a sabatina deve ficar para o ano que vem, alinhando a comissão ao plano de alongar o debate e de evitar votações apressadas sobre a indicação ao Supremo.

Randolfe defende novo calendário

O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, também defendeu que o escrutínio seja feito em 2026. “Será um debate para o próximo ano. Acho que está pacificado”, disse o petista, ao comentar o rito no Senado.

Vetos, Orçamento e PEC das decisões monocráticas

Alcolumbre disse que deve marcar para quinta, 11, uma nova sessão do Congresso para análise de vetos, a pauta ainda será definida, mantendo o foco prático nos temas urgentes e no avanço do Orçamento.

Sobre a PEC que limita decisões monocráticas de ministros do Judiciário, ele afirmou que falará com o presidente da Câmara, Hugo Motta, registrando, “Eu só sei que ela passou na CCJ. Eu vou falar com o presidente Hugo”.

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